Brochura, 15x21, 147 páginas
Os urubus não esperam. Eles sabem quando a carne está fresca.
O sorriso do urubu é a última coisa que um homem vê antes de ser devorado no banco de trás de um ônibus. É a certeza de que a vingança, quando chega, não pede licença.
São dezesseis contos de terror que percorrem ruas de Belém, casa do interior, histórias da Amazônia e mais. Aqui, o sobrenatural não é excessão, é vizinho de porta. Aparece num vestiário de academia, numa carta que chega atrasada, na planta da varanda que resolve proteger algo — ou algúem — com garras e dentes.
Personagens comuns são levados ao extremo. O cotidiano se desmancha. E a justiça, quando falha, encontra outros caminhos.
Carne para Urubus é uma coletânea de horror amazônico sobre vingança, violência e o preço que se paga por aquilo que se faz - ou se deixa de fazer.
O presságio está na folha.